sexta-feira, 20 de abril de 2012

Programa Palco: Lourdinha Dantas e Malaquias em Perigo

Mais um programa palco no YouTube!
Desasa vez fomos ao studio ver o ensaio da banda Malaquias em Perigo, aidna teve um bate-papo super legal onde podemos conhecer um pouco mais sobre a história da banda!
Logo em seguita tem novidade no Palco, o primeiro 'PALCO VISITA', e nessa estréia invadimos o lindo lar da jornalista Lourdinha Dantas que tem muita arte e cultura pra mostar, vocês vão amar! Saca só como foi:





Lembrando: Na coluna do lado direito do blog tem o link com todos os programas que já estão no YouTube pra você assistir quando quiser! E do lado esquerdo tem novidade: o espaço da @naahrezende! Onde ela vai falar sobre diversos assuntos aqui pros que acompanham o projeto! Fiquem ligadinhos que jajá vem mais novidades!

terça-feira, 10 de abril de 2012

Nathália Rezende no Lollapalooza Brasil



Para escrever tudo que eu acho válido preciso dividir este post em 2 partes. A primeira parte, refere-se ao festival Lollapalooza, como foi a experiência, os erros e acertos da organização do festival, os shows que tive a oportunidade de assistir, as ações promocionais, a resposta do público... Enfim, um apanhado geral sobre a minha impressão dos 2 dias do primeiro Lolla no Brasil.

PRÉ FESTIVAL
Na sexta, infelizmente, começa a minha experiência com o festival, já que o ingresso do Diego Rezende que deveria ter chegado através dos correios em casa, não foi entregue e precisou ser retirado em São Paulo. O local era uma casa a cerca de 800 metros da bilheteria, chegando lá era um verdadeiro mar vermelho, que era a cor da camisa das pessoas que estava trabalhando no evento, extremamente bem atendidos, passamos por 3 etapas de triagem  e em 10 minutos estávamos com os ingressos na mão. 

IDA
No sábado chegamos cerca de 13h da tarde na frente do Jockey, que inclusive é gigante, e nos deparamos com uma super fila quase na esquina, enfrentamos a fila lenta por pouco mais de 1 hora, até que foi chegado um ponto, onde a fila única se dividia em: menores de 18 , meia entrada e inteira. (Tomem nota: a fila estava lenta, pois havia um buraco entre a fila única e as 3 filas que estava sendo furada por pessoas que não estavam na fila única)  Já na fila da meia entrada, os mesmos carinhas de vermelho já adiantavam o processo da bilheteria, conferindo a documentação dos estudantes e selando os cartões já conferidos, este processo foi muito inteligente, pois a partir deste ponto a entrada ficou rápida e sem maiores tumultos. Devido a quantidade de gente, a revista deixou a desejar o que me obriga a pensar: E se eu tivesse uma arma e 3kg de cocaína? No domingo, devido a menor quantidade de público, não houve a espera na fila externa no sol e a revista foi bem mais minuciosa, foi preciso que eu tirasse absolutamente tudo dentro da bolsa e o segurança cheirou meu pó compacto, meu batom e tudo mais, verdadeiro pente fino.

SHOWS
Sobre as atrações, no sábado graças a fila da ação da Heineken, perdi 3horas e meia de shows, inclusive o do Rappa que vi sem áudio nas TVs da fila do stand da Heineken, e acabei só curtindo realmente o show do Foo Figthers. Não sou fã da banda, por isso, me sinto mais imparcial para avaliar o show.
O palco onde o FF se apresentou começou a ter sua frente ocupada cerca de 3 horas antes do show, o resultado é que a 1hora e meia, já estávamos espremidissímos em um local a cerca 30 metros, o que não é nenhuma vista privilegiada, ainda mais no Jockey que tinha o chão desnivelado, piorando a visão, desistimos do lugar e procuramos um lugar mais lateral e um pouco mais longe do palco, mas que oferecia melhor visão e mais tranquilidade. O tempo foi passando, meninas desmaiando, vomitando e chorando por causa do empurra-empurra, mas nada fora do normal em um show com 80 mil pessoas, afinal todo o publico do dia, ou pelo menos a grande maioria dele, estava no festival para ver o Foo Figthers. Pontualmente as 8:30h o show começa, os integrantes da banda se mostram simpáticos, empolgados, interagem muito com o público, apresentam um repertório bem diversificado da carreira, agradando os novos e velhos fãs. Cheio de novidade o show fez valer a pena pra quem asssistiu, Dave tocou bateria, corria de um lado pro outro do palco e se enrolou com a bandeira do Brasil, Taylor cantou, Pat quebrou uma guitarra, além de um final falso, em que os músicos interagiram a partir do backstage com uma câmera projetada no telão. Todos estes detalhes fizeram o público em geral, inclusive àqueles que estavam a mais de 100 metros de distância, terem certeza de estar participando de um show realmente único, vivo e inesquecível.
No domingo, Cascadura foi o anuncio de que valeria a pena, mesmo com tanto cansaço estar ali novamente no Lolla, maior calorão, um público ainda reduzido graças ao horário, mas, a empolgação da banda atraiu novos olhares de quem não conhecia e contagiou aos fãs. Muita interação com o público, mas sem gastar muito tempo, o show teve de duração de 1hora e a banda conseguiu tocar as queridas do público fiel. Gogol Bordello foi castigado pelo maior calor do festival, o sol estava escaldante, mesmo assim era impossível não se contagiar pela energia emanada do palco pelos músicos da banda. Pra mim, o melhor show do festival. Pra quem não conhecia a banda, uma apresentação encantadora, pra quem conhecia superficialmente, uma apresentação inspiradora pra conhecer melhor o trabalho, pra quem era fã, um êxtase. Sensacional, roda de poga, dança cigana e Eugene tomado vinho e dançando e Pedro comandando como bom compañero latino americano.
Artic Monkeys, foi legal, a galera pirou, mas eu me senti meio que vendo um DVD, os músicos me passaram um ar meio prepotente, o repertório foi egoísta. Tocaram o que queriam divulgar, sem se preocupar com a preferência do público.

VOLTA
Os Shows acabaram pontualmente com exceção do Pavilhão 9, porém a volta pra casa não foi tão tranquila, o festival orientou através de suas redes sociais, site e anúncios que o publico utilizasse o metrô para ir e vir do festival, mas, acontece que o metrô de São Paulo encerra suas atividades a 1h da manhã no sábado e a 24h no domingo, e em 1hora era impossível que uma multidão comprasse seus bilhetes e embarcasse no metrô. O que aconteceu foi uma massa de pessoas na frente do metrô, um tumulto gigante, taxis e ônibus lotados e um monte de turistas que não conheciam a cidade direito sem saber como chegar ao seu hotel. No meio desta confusão com um mapa na mão, andamos cerca de 800 metros e chegamos a um lugar onde provalvelmente encontraríamos taxis voltando vazios, do centro. O show acabou as 23h chegamos no hotel 2h da manhã. E digo mais, ouvimos dizer que houve confusão na frente do metrô, que teve de reabrir em horário especial, graças a multidão que protestava do lado de fora. No domingo, foi bem mais tranquilo, menos pessoas, muitas como nós, já tarimbados a respeito da confusão e com um plano B para volta. O show acabou as 23h no domingo, estávamos no hotel as 23:40h.



AÇÕES PROMOCIONAIS
Foram realizadas diversas ações promocionais das marcas: Sadia, Trident, Coca Cola, Heineken, Calvin Klein e Oi.
Sadia – Dava ao publico a oportunidade de caracterizar-se e tirar 5 fotos dentro de um típica Kombi hippie, que era postadas automaticamente no facebook e ainda ganhava um vale hot poket lançamento na compra de outro.
Trident –Com o tema “ Vamos rir mais” , a Trident desenvolveu ações paralelas, um palco de karaokê pra galera cantar, uma trupe circense circulando pelo evento brincando com o público, distribuição fichas para um jogo de pegar bolinhas que premiava com cangas, chiclete e massagem nos pés.
Oi – Tava fornecendo wi-fi pra galera
Coca Cola – tinha alguma coisa relacionada do QR COD que não bombou e eu nem sei como funcionava, mosh virtual que postava automaticamente nas redes sociais, a fila estava enorme e não parecer valer a pena enfrentá-la e na compra da coca zero, a sua latinha vinha servida em um copo promocional da coca e do Lolla.
Calvin Klein – Uma super tenda com carregadores e tomadas, foram o local preferido daqueles que chegavam cedo e estavam o tempo todo conectado, uma boa saída pra fugir do sol e descansar nos tapetes e pufs.
Heineken – Distribuiu bastões fluorescente, entre os shows faziam uma iluminação especial no público e jogavam bolas gigantes que as pessoas ficavam jogando umas para as outras, uma ação disfarçada eram as pulseirinhas de maiores de 18 anos que tinham a marca da cerveja estampada, e ainda uma stand vip, em que 22 pessoas por vez, subiam a 35 metros de altura e tomavam gratuitamente um choop servido por um mestre cervejeiro belga da fábrica da Heineken, o copo era brinde, assim como as bolachinhas de apoio, depois de 15 minutos lá em cima, em baixo ganhávamos um crachá com uma foto nossa tirada em cima,  um boné, mais um vale Choop para ser degustado na área vip. Um sacrifício que valeu a pena, experiência inesquecível.


Pra beber:  Heineken (Choop) , Coca Cola normal e Zero, Fanta, Kuat ( Em lata, servida em copos descartáveis)  e água (copo).
Pra comer : Hot Pocket  ( Hamburguer e Pizza) e Hot Dog, sanduiche gelado, ambos da Sadia.
Pra fazer: 4 palcos , 5 stands de ações promocionais , Lojas com suvenires do Lolla e das bandas que se apresentaram.
Pontos Positivos: A oportunidade de conhecer novas bandas , a pontualidade dos shows,  a programação que dava oportunidade das bandas menores terem público,  o uso de Pilapaloozas que evitavam trocos e perdas de dinheiro, segurança e organização nas filas de bar, banheiro e caixa.
Pontos negativos: A saída tumultuada, a falta de estrutura de transportes oferecida pela cidade, as longas filas das ações promocionais, a falta de atrações nacionais, falta de opções de comida.




segunda-feira, 2 de abril de 2012

Programa Palco na internet: Diego Second e Banda Hazamat

Quer lugar mais culturalmente independende de João Pessoa do que o histórico Varadouro? O "Centrão" foi o cenário desse programa super bacana com Diego Second e a Banda Hazamat, olha como foi!




Hey, se liga! Na coluna do lado direito do blog tem os links com todos os programas que estão no nosso canal do YouTube, agora você pode ficar ligadinho em tudo que já passou por aqui ;D

Carnaval Alternativo do Palco: Grito Rock e Workshop da Rascunho com RB Silva

O carnaval do Palco Nacional foi sem igual!
Além da cobertuda de como foi o Grito Rock 2012 que aconteceu no Varadouro, ainda demos uma passadinha no Workshop da Rascunho Studio e uma entrevista exclusiva com o desenhista da DC Comics, o RB Silva.
Ainda não viu? Confere só!




Quer ver os outros programas do Palco? Do lado direito do blog tem tudo o que postamos no nosso canal, saca só! =D

Programa Palco na internet: Hiram de Castro e Banda Pé de Coco

Se liga, pessoal, mas um programa do Palco no canal do YouTube rpa você curtir quando qusier e mostrar pra toda galera!
Dessa evz está disponível o bate-papo legal sobre audiovisual com Hiram de Castro e o som ficou com a vibe suepr legal do reggae da Pé de Coco, se liga:




Se liga que tem mais links programas que estão no canal do lado direito do blog! =D